Ontem aconteceu a segunda Corrida Cultural de Goiânia. Eu estava lá, porém sozinho – não tenho fotos.
Após filas gigantescas para a retirada do chip, a prova começou com 40 minutos de atraso.
Normalmente largo atrás, vou caminhando até o local da largada propriamente dito e, então, começo a correr. Dessa vez foi diferente.
Me posicionei na frente do pelotão. Levei um susto.
Na largada, parece que os corredores estão correndo de uma boiada. Os da frente saem muito, muito rápido. Para não ser atropelado, tive que segui-los.
O que não foi de todo mal: fiz meu primeiro quilômetro em 3′45”.
Mas era impossível, para mim, continuar nesse ritmo.
No 2º quilômetro os mais afoitos já estavam caminhando.
Eu diminui as passadas e corri confortavelmente.
Mais ou menos no 4º quilômetro começou a maior subida da prova: era a hora de ver que estava realmente preparado. Meu pensamento era um só: acelerar para a subida terminar logo.
E terminou logo após a placa 6 km.
A partir dai, foi soltar as pernas e descer o resto do percurso. Teve só mais uma pequena subida, de uns 300 metros.
A chuva, por ser fina, foi boa porque amenizou o calor e não deixou grandes poças d’água na rua.
Meus tempos, km a km:
1 km: 3′45”
2 km: 4′24”
3 km: 4′29”
4 e 5 km: 9′50”
6 km: 5′06”
7 km: 5′48”
8 km: 3′26”
(Acho que a marcação do 7º km estava muito grande e, a do 8º, muito pequena)
9 e 10 km: 8′38”
Meu tempo total foi de 45′33”. Gostei. Meu objetivo no ano que vem seria fazer abaixo de 45, mas já caiu por terra.
O objetivo será fazer abaixo de 40 minutos.
No final da corrida, mais fila!
Dessa vez para pegar a medalha e o lanche. Os organizadores não perceberam que a melhor forma de entregar isso é logo depois da devolução do chip.
Depois que o corpo esfriou, um incômodo no pé direito. Hesitei em tirar a meia.
Mas não tinha outro jeito: ganhei uma unha roxa de presente. Correr com tênis novo dá nisso.
Próxima corrida: 10 km na 1ª Corrida de Rua do Instituto Federal de Goiás, no próximo domingo.
Depois, só no ano que vem!